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André Serpa, executivo do Google, falou com empresários locais sobre novas formas de comércio na web
Cerca de 4 milhões de clientes em potencial, ou
70% da população de Santa Catarina, está conectada à internet por
smartphone, tablet ou computador. É para esse público-alvo que as
empresas do Estado estão investindo cada vez mais em publicidade na web.
Para colaborar nesse processo de mudança do real para o virtual, o
executivo do Google, André Serpa, foi convidado pelo Lide SC (Grupo de
Líderes Empresariais de Santa Catarina) para conversar com
aproximadamente 150 empresários locais sobre novas estratégias de
marketing. O evento ocorreu no CentroSul, na tarde de quinta-feira (29).
André Serpa defende a união da mídia tradicional com os meios digitais
Para atingir esse público, afirma Serpa, as campanhas devem mudar. “Não adianta colocar um comercial na televisão aberta se os jovens estão ligados apenas na internet. Em pesquisas recentes, descobrimos que a fixação de uma peça publicitária é de 74% quando ela é disponibilizada na televisão e no Youtube, mas apenas de 50% quando está só na TV”, explicou.
O executivo veio para Florianópolis a convite do grupo Lide SC. O presidente da entidade, Wilfredo Gomes, ressaltou a importância de trazer referências da economia para o debate com empresários locais. “É um privilégio trazer o André Serpa, que é um representante da maior empresa do mundo, para a nossa cidade, pois a possibilidade que a internet abre para a economia é de interesse de todos nós”, afirmou Wilfredo.
O debate com empresários ocorreu no começo da tarde de quinta-feira, noCentroSul. Cerca de 150 empresários viram a palestra de André Serpa, que teve como tema “Estratégias de Marketing para um Mundo Multi-telas e Conectado”.
Florianópolis é a quinta capital mais conectada do Brasil
“Há pouco mais de 15 anos, a maior empresa do mundo não existia”, comentou Luiz Alberto Ferla, diretor do Lide Mundo Digital e Educação e presidente da DOT Digital Group, uma das empresas que mais investem no Google no Estado. “O grupo DOT tem uma agência de comunicação digital, Talk 2, que investiu aproximadamente R$ 4 milhões no Google, principalmente em publicidade na web ”, disse Ferla, de olho no mercado de Florianópolis, que já é a quinta Capital mais conectada do Brasil.
Para fazer esse trabalho específico, André Serpa lembra alguns detalhes que o empresários não podem esquecer. Além disso, é preciso ficar atento para o poder de escolha do público na web. “Quando você coloca um comercial na televisão, você está pagando quem vê e quem não vê. Isso muda na internet. Por exemplo, a pessoa tem até cinco segundos para pular o comercial no Youtube. Quando o usuário pula, ninguém paga pela propaganda”, observou o executivo do Google.
2014 - Google - Internet - Noticias
No combate aos protestos, Brasília tenta mostrar lado bom do Mundial
1. Mais turistas: A Copa aumenta a visibilidade do Brasil e atrai milhares de turistas estrangeiros.
2. Turistas gastando mais: Estudo da Embratur mostra que os gastos dos turistas brasileiros e estrangeiros durante a Copa devem chegar a R$ 25,2 bilhões em todo País.
3. Mais estrutura para os turistas: R$ 196 milhões estão sendo investidos em infraestrutura turísticas nas cidades-sede: novos centros de atendimento ao turista, mais sinalização e acessibilidade que ficarão para o País.
4. Mais infraestrutura: A Copa antecipa investimentos em infraestrutura necessários para o Brasil.
5. Melhorias no País: Os investimentos são em mobilidade urbana, portos, aeroportos, estádios, segurança, telecomunicações e turismo.
6. Investimentos: R$ 25,6 bilhões é o total de investimentos realizados nas cidades-sede da Copa, detalhados na Matriz de Responsabilidades.
7. A Copa é do Brasil: As 12 sedes estão espalhadas nas cinco regiões do País.
8. Estádios financiados: Não há dinheiro do orçamento da União nos estádios. Eles foram erguidos com financiamento do BNDES, recursos locais e recursos da iniciativa privada e somam R$ 8 bilhões. O valor será pago de volta ao banco.
9. Saúde e educação: A Copa do Mundo não retirou nenhuma verba dos orçamentos da Saúde e da Educação – ambos aumentam a cada ano.
10. Arenas sustentáveis e seguras: Os 12 estádios da Copa são mais modernos e sustentáveis, e trazem conforto e segurança pra os torcedores.
11. Transporte coletivo: São 45 obras de mobilidade urbana que priorizam o transporte coletivo e representam investimento de R$ 8 bilhões. Algumas ficarão prontas depois da Copa do Mundo.
12. Mais transporte: Os projetos de mobilidade urbana para a Copa incluem corredores e vias para ônibus, Veículos Leves sobre Trilhos (VLTs), projetos de Bus Rapid Transit (BRTs), estações, terminais e Centrais de Controle de Tráfego.
13. Portos: O investimento em portos é de R$ 587 milhões nas cidades-sede de Fortaleza, Natal, Recife, Salvador e Manaus, além de um obra em Santos (SP).
14. Aeroportos mais modernos: Os 21 empreendimentos de reforma e construção de terminais aumentarão em 81% a capacidade de recepção de passageiros nas sedes da Copa do Mundo. Isso fica para o Brasil.
15. Investimentos em aeroportos: O investimento nos aeroportos é de R$ 6,28 bilhões, sendo R$ 3,62 bilhões de recursos privados.
16. Brasil em evidência: Um total de 90 aeroportos serão usados na Copa para o deslocamento de delegações, autoridades e público em geral.
17. Reforço na malha aérea: A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) autorizou 1.973 novos voos entre 6 de junho e 20 de julho.
18. Mais voos, mais vagas: A oferta de assentos nos aviões para o período da Copa é 11,5 milhões.
19. Melhorias em telecomunicações: O Brasil está investindo R$ 404 milhões em telecomunicações para a Copa, sendo R$ 233 milhões da Telebras e R$ 171 milhões da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).
20. Tecnologia 4G: A tecnologia móvel 4G, até 10 vezes mais rápida que a atual, já é uma realidade nas 12 cidades-sede.
21. Mais segurança: O investimento em segurança pública no País para a Copa é de R$ 1,9 bilhão.
22. Legado em segurança: Os Centros Integrados de Comando e Controle (12 regionais e 2 nacionais) são um dos grandes legados de segurança para o País.
23. Trabalho voluntário: Até 18 mil participantes do programa Brasil Voluntários do governo federal darão suporte aos torcedores nos pontos principais de movimentação das cidades-sede. Eles receberão certificados da Universidade de Brasília, valorizarão seus currículos e enriquecerão suas experiências pessoais.
24. Empregos: A Copa deve gerar cerca de 710 mil empregos permanentes e temporários.
25. Retorno de investimento: Pesquisa da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) e do Ministério do Turismo mostrou que somente a Copa das Confederações acrescentou R$ 9,7 bilhões ao PIB brasileiro.
26. Acréscimo ao PIB: A expectativa é de que a Copa gere quase R$ 30 bilhões de acréscimo ao PIB Brasileiro (Fonte: Pesquisa Mtur/Fipe).
27. Mais cultura: O investimento na revitalização de museus e de outros equipamentos culturais das cidades-sede é de mais de R$ 50 milhões.
28. Diversidade cultural: O concurso Cultura 2014 abriu espaço para a contratação de 1,2 mil apresentações para reforçar a programação cultural nas cidades-sede.
29. Mais artesanato: O artesanato também terá destaque na Copa com o projeto Vitrines Cultuais, que está selecionando 60 mil peças para venda durante o Mundial.
30. Arenas multiuso: As arenas da Copa são multiuso. Além do futebol, recebem shows, congressos e diversos outros eventos.
31. Copa além das 12 sedes: Os Centros de Treinamento escolhidos pelas 32 seleções estão localizados em 27 cidades.
32. Oportunidades: Cerca R$ 100 milhões já foram gerados em negócios para micro e pequenas empresas por oportunidades ligadas à Copa.
33. Mais exportações: A Agência Brasileira de Promoção de Exportação e Investimentos (Apex-Brasil) atingiu US$ 1,8 bilhão em negócios no Projeto Copa somente durante a Copa das Confederações.
34. Capacitação: Cerca de 10 mil profissionais de saúde foram capacitados para atuar na Copa do Mundo ao longo dos últimos três anos.
35. Saúde: As 12 sedes possuem, ao todo, 531 unidades do (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), 66 Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e 67 hospitais para atender a população local e os turistas durante o Mundial.
36. Torcida em peso: 2,57 milhões de ingressos da Copa foram alocados para torcedores brasileiros e estrangeiros até o dia 1º de abril.
37. Recorde de solicitações: A Copa do Mundo no Brasil teve um recorde de solicitações de ingressos. Foram 11 milhões de pedidos.
38. Mais hotéis: R$ 1,03 bilhão foi o valor destinado para a construção ou reforma de hotéis em cidades-sede e redondezas pela linha de financiamento ProCopa Turismo do BNDES.
39. Sustentabilidade: O lixo sólido produzido nos 12 estádios da competição será coletado e encaminhado para reciclagem em cooperativas.
40. Preços justos: Um comitê interministerial foi criado para discutir e fiscalizar tarifas de passagens e hotéis durante o torneio.
41. Transparência: As obras da Copa são fiscalizadas por órgãos de controle regionais e federais, como o Tribunal de Contas da União (TCU) e os tribunais estaduais.
42. Qualificação profissional: 166 mil pessoas foram matriculadas em cursos de qualificação do Pronatec Turismo, ultrapassando a meta de 157 mil vagas até a Copa do Mundo.
43. Qualificação turística: O Pronatec Turismo ofereceu 54 cursos de idiomas e profissionalizantes ligados ao setor de turismo em 120 cidades.
44. Integração: A Copa está sendo planejada de forma integrada. Comitê Organizador Local, governos federal e estadual e prefeituras atuam em conjunto na preparação do evento.
45. O mundo de olho no Brasil: Aproximadamente 18 mil jornalistas estão credenciados para a cobertura da Copa. Mais um recorde do Mundial do Brasil.
46. O Brasil: campeão A final da Copa das Confederações atraiu a maior audiência em esportes da TV Brasileira, com cerca de 42 milhões de pessoas sintonizadas.
47. Lembranças da Copa: O Banco Central do Brasil lançou nove modelos de moedas oficiais comemorativas do Mundial, com tiragem de 165 mil exemplares.
48. Selos comemorativos: Os Correios colocaram em circulação 12 selos que retratam as cidades-sede, com tiragem de 600 mil exemplares.
49. Experiência para a vida toda: Cerca de 700 adolescentes terão a oportunidade de vivenciar os jogos da Copa como gandulas.
50. Segurança das fronteiras: A Operação Ágata fará ações de segurança nos quase 17 mil quilômetros de fronteiras brasileiras com os países sul-americanos. Serão mais de 33 mil militares.
2014 - Copa do Mundo - Esportes - Noticias
Projeto Conselheiro Cidadão prevê uma comissão especial, formada por entidades, que avaliará se os candidatos cumprem os requisitos e qualificações estabelecidas
O projeto de lei complementar 16/2014 prevê que os novos candidatos a conselheiro não poderão ter “filiação político-partidária, tampouco ter exercido qualquer cargo próprio de agente político, eletivo ou não, nos três anos que antecedem a data de abertura das inscrições às vagas”, apresentam os autores.
A proposta dos dois deputados faz parte da campanha Conselheiro Cidadão – Por um Tribunal de Contas para a sociedade catarinense, que será lançada na terça-feira no plenarinho da Assembleia. “O objetivo da lei é tornar o processo transparente e permitir que todos os cidadãos, que preencham os requisitos, possam se inscrever ao cargo de conselheiro do TCE”, explicou Jaime Luiz Klein, presidente do OSSJ (Observatório Social de São José), uma das 50 entidades que apoiam o projeto de lei.
Além de tentar impedir a escolha de políticos, o projeto também prevê a participação de entidades da sociedade civil no processo de verificação dos requisitos previstos na lei e critérios objetivos para determinar se os candidatos têm o que já está previsto na constituição estadual: idoneidade moral, reputação ilibada e notórios conhecimentos jurídicos, contábeis, econômicos, financeiros ou de administração pública. Com essas novas regras, os autores do projeto buscam a definição mais clara dos critérios de escolha para evitar influências partidárias.
Articulação integra jogo eleitoral
A participação da sociedade civil e o veto a candidatos com filiação partidária e cargos políticos, garantirão maior isenção na escolha dos conselheiros, de acordo com o deputado Dirceu Dresch (PT). “Há uma interferência muito grande no Tribunal de Contas. Hoje, os conselheiros são indicados por partidos políticos. Nos corredores da Assembleia se percebe o movimento. Se constroem alianças eleitorais tendo o TCE como instrumento”, criticou o parlamentar.
O outro proponente do projeto, deputado Sargento Amauri Soares (PSOL) vai além. “Um ano antes, a Assembleia e o governo do Estado já sabem que um conselheiro vai sair e articulam politicamente a ocupação da vaga, visando o preenchimento por um deputado, que é sempre da base governista e que mais tarde poderá ser o relator das contas do governo. Esse passa a ser o critério principal da escolha, para não dizer o único”, assegurou o parlamentar, ao afirmar que o cargo no TCE é uma moeda de troca eleitoral. “Nos últimos oito anos, a Assembleia nomeou dois deputados como conselheiros e a metodologia foi essa. Propusemos a mudança para termos um TCE um pouco mais isento de paixões partidárias e eleitorais”, completou Soares.
Participação popular assegurada
As críticas dos parlamentares foram minimizadas pelo presidente do TCE (Tribunal de Contas do Estado de Santa Catarina), conselheiro Salomão Ribas Junior, sob a alegação de que o projeto não apresenta mudanças às regras atuais. “É bobagem, a participação popular já existe. Os artigos 322 a 328 do regimento do TCE já garantem a inscrição de qualquer cidadão. Quando me inscrevi tinham 28 interessados na vaga”, defendeu o presidente.
Salomão não poupou críticas aos deputados Sargento Amauri Soares (PSOL) e Dirceu Dresch (PT), autores do projeto na Assembleia. “Se há interferência partidária, ela está na Assembleia, não no TCE. A reclamação dos deputados [Soares e Dresch] é porque não tem nenhum deles lá [TCE]. Querem colocar líder sindical lá”, alfinetou Salomão, ao avaliar como difícil o avanço da matéria. “Acho difícil a proposta ser aprovada, os deputados não vão abrir mão da escolha”, rebateu.
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2014 - Noticias
Secretário de Turismo, Cultura e Esporte, Felipe Mello assegura que Estado é destino para lazer de quem vai ao Rio Grande do Sul ou Paraná
Pouco antes de completar 60 dias no comando da SOL
(Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte), Felipe Mello
assegura que assumiu a pasta como um desafio que vai além do apoio do
seu partido, o PR, à aliança do governador Raimundo Colombo. Aos 33
anos, o advogado especialista em direito administrativo e gestão pública
precisa fazer funcionar a plural secretaria, com orçamento restrito de
R$ 100 milhões anuais.
Felipe Mello é o sexto a comandar a SOL no mandato de Raimundo Colombo
O objetivo é promover
ações nas três áreas. Garantir que não falte estrutura no Litoral
durante a alta temporada, promover mais investimentos nos Jasc (Jogos
Abertos de Santa Catarina), além de abrir novas políticas de incentivo à
cultura. “A secretaria precisa funcionar, tudo o que nós queremos é não
errar”, assegurou.
De olho na Copa, a SOL quer colocar o Estado
na rota do turismo durante o mundial. Nos próximos meses, secretaria
espera receber pelo menos 10% dos cerca de 600 mil estrangeiros que
estarão no Brasil para assistir aos jogos. Sem receber partidas, a SOL
alia estratégias com atrativos conhecidos pelo mundo para acolher
visitantes.
Cultura tem as maiores fragilidades
Felipe Mello é o sexto a comandar a SOL
(Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte) em pouco mais de
três anos e o terceiro a acumular a presidência da FCC (Fundação
Catarinense de Cultura). O secretário admite que as maiores fragilidades
da pasta estão na cultura. O nome para presidir de forma efetiva a FCC
ainda não está definido. “Estamos em busca de algum técnico. Os
consultados até agora não aceitaram”, alegou.
Sobre sua indicação para o comando da SOL,
Mello minimizou a pouca relação com a área. “Os técnicos são eles, os
funcionários. O que a secretaria precisa é de um gestor público, alguém
que possa ajudá-los a fazer funcionar. Para isso que eu fui indicado”,
avaliou.
2014 - Copa do Mundo - Noticias
Obras começam na segunda-feira e peixarias têm novo endereço
A ala sul do Mercado Público da Capital será desativada
amanhã, pela primeira vez na história do prédio. Os comerciantes devem
desocupar os boxes até as 16h, quando começa a montagem do canteiro de
obra para restauração da ala e adequação ao novo mix de atividades
comerciais propostas pelas licitações realizadas em 2013. Na
segunda-feira, será reaberta a ala norte, fechada desde 18 de novembro
do ano passado.
Boxes das peixarias são montados no terminal Cidade de Florianópolis
Durante o período de obras – junho a dezembro deste ano
–, as peixarias serão realocadas em estandes que estão sendo montados
no terminal Cidade de Florianópolis. O atendimento neste novo espaço
começa na segunda-feira. Conforme o superintendente do Igeof (Instituto
de Geração de Oportunidades de Florianópolis), Everson Mendes, que
cuida da transferência das peixarias, a estrutura de tablado, estande,
instalação elétrica e hidráulica será licitada e paga pela prefeitura e
pelos comerciantes.
Toda a parte de esgoto e água corrente passará por
debaixo do tablado. Os estandes, de acrílico, têm espaço de 5m² x 3m². O
Ministério Público deu aval para ocupação do terminal.
De acordo com Mendes, a estrutura de refrigeração será a
mesma do Mercado. “Nada mudará. Os caminhões das peixarias
estacionarão ao lado dos estandes e continuarão a funcionar como
câmaras frias. Cada peixaria levará também seus refrigeradores de
amostra. São produtos extremamente perecíveis, por isso daremos toda a
estrutura necessária”, informou.
Noticias
Além do Sintraturb, Setuf e TRT, o MPT (Ministério Público do Trabalho) participará da audiência, na segunda-feira
Na quarta-feira, usuários precisaram usar vans para chegar ao trabalho
Passada a paralisação de 24 horas no transporte coletivo de Florianópolis, o objetivo agora é de tentar resolver as diferenças entre Sintraturb (Sindicato dos Trabalhadores do Transporte Urbano) e Setuf (Sindicato das Empresas de Transporte Urbano de Florianópolis) em uma audiência conciliatória marcada para segunda-feira, no TRT (Tribunal Regional do Trabalho). Antes, a Prefeitura da Capital convocou uma entrevista coletiva para a manhã desta sexta-feira, na qual promete novidades no sistema de transporte coletivo.
Waldir Gomes da Silva, presidente do Setuf, disse que o sindicato vai ao encontro disposto a ouvir todos os lados envolvidos no assunto. Além de Sintraturb, Setuf e TRT, o MPT (Ministério Público do Trabalho) participará da audiência. De qualquer forma, avaliou Waldir, é o tribunal que indicará possíveis propostas para pôr fim ao impasse que já se arrasta há mais de uma década. “O desembargador já avisou que a prefeitura precisa apresentar cópias do edital e do contrato assinado com o Consórcio Fênix, para analisar a real necessidade do fim dos postos de trabalho”, afirmou.
Ao todo, são 350 postos de trabalho que serão extintos a partir de 1 de novembro. As paralisações de maio ocorreram justamente porque motoristas e cobradores não concordam com o que chamam de “demissões em massa”. “A extinção dos postos acontecerá de acordo com as saídas espontâneas”, disse Waldir.
O secretário de Mobilidade Urbana da Capital, Valmir Piancentini, garantiu presença na audiência, porém, reforçou o que foi afirmado há um bom tempo: “Ratificaremos que a questão precisa ser resolvida entre patrões e empregados”, pontuou.
Na audiência também será discutido o ajuizamento da ação pelo procurador regional do Trabalho, Alexandre Medeiros da Fontoura Freitas. Ele requereu execução da multa de R$ 50 mil, ou penhora de bens do Sintraturb e Setuf, pelo não cumprimento de frota mínima durante as paralisações - 80% nos horários de pico (5h30 às 8h e das 17h30 às 20h) e 60% nos demais horários, estabelecida pelo TRT na primeira paralisação deste ano, no dia 8 de maio.
Na terça-feira, uma nova assembleia está marcada para as 22h, quando a decisão de greve estará nas mãos do Sintraturb. O Notícias do Dia tentou contato com os líderes do sindicato, mas os telefones estavam desligados.
Polêmica na Câmara de Vereadores
As dificuldades em superar a crise no transporte coletivo têm dividido opiniões na Câmara de Vereadores de Florianópolis. O parlamento pouco pode agir nos momentos de greve, mas é parte importante no processo de construção das leis que regem o serviço, além de terem como prerrogativa o dever de fiscalizar as ações do executivo municipal.
Na última segunda-feira, as possibilidades de um amplo debate sobre a implantação do SIM (Sistema Integrado Municipal), por meio de uma audiência pública, foi afastada com o arquivamento do requerimento, depois de colocada em votação e vencida por maioria simples. O pedido de audiência ingressou na Câmara antes mesmo da assinatura do contrato de licitação com o Consórcio Fênix, e foi arquivada sob o argumento de que é preciso aguardar a implantação do novo sistema para verificar os problemas, para depois discutirem sua implantação. Apesar de já ter contrato assinado, o novo sistema entrará em funcionamento no dia 1º de novembro. (Fábio Bispo)
REPERCUSSÃO
“Este é o primeiro contrato da história do transporte público de Florianópolis. A Câmara está acompanhando esse processo de implantação, que ainda está caminhando. A audiência agora não é cabida, pois precisaremos fazer uma avaliação do novo sistema após a sua implantação”.
Cesar Faria (PSD), presidente da Câmara
“Sou a favor da audiência. Toda forma de participação da sociedade no debate é válida. Os cobradores estão desesperados. Ao invés das demissões, poderiam servir como agentes de transporte e auxiliarem turistas e passageiros”.
Pedro Silvestre (PP)
“Discutir o sistema de transporte que está sendo implantado seria discutir algo que não está implementado. Após o funcionamento do novo sistema a audiência seria bem-vinda. O sindicato está sendo intransigente”.
Guilherme Botelho (PSDB)
“A Câmara tem que estar disposta ao debate no momento em que a população reivindicar. A pauta da greve traz à tona algo tão importante para a cidade que não é só a questão salarial ou das demissões, mas também a qualidade deste serviço”,
Ricardo Camargo Vieira (sem partido)
“Existe pressão do executivo em não realizar esta audiência. O poder público não quer debater o assunto por não ter segurança. O requerimento entrou diversas vezes na pauta, até ser derrubado”.
Afrânio Boppré (PSOL)
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