Santa Catarina espera atrair 10% dos turistas estrangeiros que vêm para a Copa do Mundo
Pouco antes de completar 60 dias no comando da SOL
(Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte), Felipe Mello
assegura que assumiu a pasta como um desafio que vai além do apoio do
seu partido, o PR, à aliança do governador Raimundo Colombo. Aos 33
anos, o advogado especialista em direito administrativo e gestão pública
precisa fazer funcionar a plural secretaria, com orçamento restrito de
R$ 100 milhões anuais.
Felipe Mello é o sexto a comandar a SOL no mandato de Raimundo Colombo
O objetivo é promover
ações nas três áreas. Garantir que não falte estrutura no Litoral
durante a alta temporada, promover mais investimentos nos Jasc (Jogos
Abertos de Santa Catarina), além de abrir novas políticas de incentivo à
cultura. “A secretaria precisa funcionar, tudo o que nós queremos é não
errar”, assegurou.
De olho na Copa, a SOL quer colocar o Estado
na rota do turismo durante o mundial. Nos próximos meses, secretaria
espera receber pelo menos 10% dos cerca de 600 mil estrangeiros que
estarão no Brasil para assistir aos jogos. Sem receber partidas, a SOL
alia estratégias com atrativos conhecidos pelo mundo para acolher
visitantes.
Cultura tem as maiores fragilidades
Felipe Mello é o sexto a comandar a SOL
(Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte) em pouco mais de
três anos e o terceiro a acumular a presidência da FCC (Fundação
Catarinense de Cultura). O secretário admite que as maiores fragilidades
da pasta estão na cultura. O nome para presidir de forma efetiva a FCC
ainda não está definido. “Estamos em busca de algum técnico. Os
consultados até agora não aceitaram”, alegou.
Sobre sua indicação para o comando da SOL,
Mello minimizou a pouca relação com a área. “Os técnicos são eles, os
funcionários. O que a secretaria precisa é de um gestor público, alguém
que possa ajudá-los a fazer funcionar. Para isso que eu fui indicado”,
avaliou.
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